O que conversas podem te ensinar sobre chatbots?

Conheça chatabout.bot, um projeto global para você aprender através de conversas sobre bots com especialistas.

 

Aqui na Take, acreditamos que uma mensagem pode mudar o mundo. Por isso, quando se trata de construir, gerenciar e evoluir um bot, é importante pensar que existem ao menos duas etapas: primeiro o chat, depois o bot.

No entanto, essa é uma visão nossa, e se você perguntar a qualquer pessoa, de qualquer lugar do mundo, talvez ela fale sobre bots de uma maneira diferente ou fale mais do mesmo —  em ambos os cenários, isso pode ser muito interessante, pois funciona para que a gente expanda nossos conhecimentos.

Dependendo das experiências, percepções e aprendizados que essa pessoa tenha em relação a bots, ela pode passar uma mensagem muito diferente da nossa, ou mesmo apresentar um ponto de vista semelhante. São muitas coisas que influenciam essa mensagem e, pensando nisso, resolvemos conversar com pessoas (literalmente) do mundo inteiro para aprender mais sobre bots e ampliar nossos horizontes em relação a eles — e claro, compartilhar isso com a comunidade:

Assim, surgiu o projeto chat about bot, uma série original de entrevistas focadas em compartilhar pensamentos, experiências e aprendizados de criação e conceituação de experiências conversacionais.

conversas sobre bots

Até porque, quando a gente fala sobre chatbots, é comum que as pessoas achem que eles se tratam algo técnico ou um agente inteligente: em uma pesquisa feita em 2017 pela Mindbowser, cerca de 90% das pessoas acreditam que os bots carecem de “inteligência”, e outras 75% pensam que seus bots não são tão bons de conversa. Foi aí que pensamos em fazer algo diferente do que vínhamos fazendo:

Que tal mudar a percepção das pessoas através conversas sobre bots?

Toda semana, vamos compartilhar um novo episódio com uma pessoa convidada para falar sobre os seus desafios, conselhos e vários aprendizados ao criar experiências conversacionais. Isso inclui (mas não se limita a) assuntos como inteligência artificial, chatbots, design, cibernética, analytics, cases de negócios, metodologias ágeis e vários outros assuntos.

Aqui vão os nossos três primeiros aprendizados dos primeiros episódios:

1. O primeiro passo para criar um chatbot é focar na simplicidade

Se alguém te perguntar sobre qual seria o primeiro passo para criar um chatbot, o Jakob Reiter, Co-Founder e Head de Inteligência Artificial Aplicada na The Ventury — primeira aceleradora de bots na Áustria, Vienna — vai te dizer é “preciso focar em simplicidade”, mas isso certamente não é tudo:

“Você tem que conhecer seu cliente e o que eles querem. Se você fizer esse trabalho, você acelerará massivamente a automação para o cliente. É aí que entra o poder de uma interface de conversacional.” — Jakob Reiter

Confira o episódio completo por aqui:

2. Para evoluir o seu bot, você precisa aprender a ouvir e mensurar

Se alguém te questionar sobre a viabilidade dos bots em insights valiosos para o seu produto ou serviço, o Dennis Yang, Co-Founder & Chief Product Officer da Dashbot, uma plataforma de Analytics para interfaces conversacionais (CUIs), vai te dizer que “com as CUIs, você pode descobrir [esses insights] simplesmente porque as pessoas podem ‘literalmente’ dizer o porquê que elas estão vindo até você”:

“Você pode fazer perguntas à Siri, pode fazer perguntas para a Alexa ou o Google Home sem precisar tirar seu laptop ou seu celular do bolso. E acho que a ubiquidade da computação é para onde estamos indo, bem como a onipresença das interfaces. ” — Dennis Yang

Confira o episódio completo por aqui:

3. A conversa do seu bot pode se tornar muito mais humanizada se você focar no conteúdo (experiência), e não na tecnologia

Por fim, se alguém te questionar se bots podem passar a impressão de uma experiência “robotizada”, ou se é necessário criar uma super inteligência artificial para ter uma conversa humanizada, reflita um pouco e escute o que o Lucas Ives, Vice-Presidente de Engenharia na PullString, uma plataforma para aplicações de voz, tem a dizer — afinal, os “truques técnicos (e AI) são bem interessantes, mas se eles não adicionam nada à conversa, eles estão apenas adicionando ruído à narrativa”:

“A pessoa que desenvolve e escreve provavelmente não são a mesma pessoa. Se elas são, não deveriam ser, porque essas pessoas tendem a não ter o mesmo conjunto de habilidades ”. — Lucas Ives

Confira o episódio completo por aqui:

Essas são apenas as três primeiras conversas de várias outras que ainda estão por vir no decorrer dos próximos meses — isso tudo disponibilizado pelo nosso blog (Medium), podcast (Anchor) e canal no YouTube. Nosso objetivo é compartilhar todas essas conversas sobre bots para que cada vez mais pessoas possam ser capacitadas para construir, gerenciar e evoluir essa solução da melhor maneira possível — com tecnologia, mentoria e metodologia de ponta.

E se você gostou da ideia, não deixe de compartilhar nas suas redes sociais para levar esse papo ainda mais longe! #LetsChatAboutBots #TakeOneStepBeyond


caio post conversa sobre botsCaio Calado

Chatbot Advocate da Take

 

 

 

 

 

 

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