Chatbots e os desafios do CIO: Velocidade e Flexibilidade

Questões como fazer chatbots com velocidade, flexibilidade de fornecedores, garantindo segurança da informação e uma boa gestão para o seu projeto são cada vez mais frequentes entre CIOs do Brasil e do mundo. Neste artigo, tiramos as suas dúvidas!

 

Chegamos ao sexto e último artigo sobre os desafios do CIO ao implantar projetos de chatbots em suas empresas. Durante essa série, nós abordamos diversos aspectos que podem impactar o sucesso dos projetos, como a segurança da informação, governança de tecnologia, escalabilidade, disponibilidade e estabilidade, e por fim, a infraestrutura — abordando, também, como uma plataforma de chatbots pode ajudar nesses desafios.

Todos eles detalham preocupações que comumente são pauta de discussões que tenho com nossos clientes, principalmente quando estamos falando do primeiro projeto de chatbot da empresa.

O último aspecto, entretanto, eu guardei para o final. A famosa “cereja do bolo”. Isto porque considero ser o fator mais estratégico e, ao mesmo tempo, o menos discutido durante a etapa de seleção de fornecedores. Trata-se da velocidade e flexibilidade providos pela solução adotada. Acompanhe!

Como é fácil observar, as tecnologias envolvidas na construção, gestão e evolução de chatbots tem avançado cada dia mais rápido. Ferramentas de CRM, inteligência artificial, análise de dados e automação de marketing, por exemplo, são campos de disputa de grandes companhias como Salesforce, Google, Microsoft e IBM, além de startups especializadas, como Chatbase, Dashbot, Botanalytics e RDStation.

como fazer chatbots com velocidade

Integrações fundamentais para uma boa performance do seu chatbot

A decisão pela contratação de um fornecedor em cada uma dessas especialidades é, portanto, um dos maiores desafios de um projeto de chatbot. Exatamente por conta da velocidade na evolução dessas tecnologias que o Gartner recomenda:

“A tecnologia está avançando muito rápido para se fazer escolhas estratégicas de fornecedor agora.” – Gartner, 2018

A definição da plataforma de chatbot se trata, portanto, de uma decisão muito mais estratégica do que apenas técnica. Adotar plataformas de chatbot verticais pode representar um grande risco para as empresas.

Como abordamos no artigo anterior, as plataformas verticais disponibilizam todas as ferramentas necessárias para construção do chatbot em uma solução única. Ou seja, elas tentam superar em um único produto todas as demais empresas especializadas do mercado.

A adoção de soluções verticais normalmente é mais comum em mercados imaturos, em que a tecnologia é tão nova que ainda não existe espaço para especialização. Uma vez que poucos fornecedores estão disponíveis e a interoperabilidade entre eles é praticamente inexistente, a solução vertical é a única opção disponível.

Entretanto, este não é mais o cenário no caso dos chatbots.

E como fazer chatbots com velocidade e flexibilidade? Qual a melhor solução

Como várias das ferramentas necessárias para se construir um chatbot são também base para outros tipos de aplicações modernas, existe uma gama enorme de fornecedores especialistas no mercado. Ou seja, em um ambiente mais competitivo e com abundância de soluções, as plataformas horizontais são as que trazem maior benefício estratégico para as empresas.

As plataformas horizontais de chatbots são aquelas que possibilitam a utilização das melhores soluções do mercado através de uma arquitetura única de integração.

Essa arquitetura única de integração da solução horizontal possibilita o mais alto grau de velocidade e flexibilidade nos projetos de chatbots.

Velocidade

A velocidade é garantida por conta das soluções pré-integradas à plataforma, que reduzem drasticamente o tempo necessário para o desenvolvimento, gestão e evolução de um chatbot completo.

Flexibilidade

Já a flexibilidade é provida por uma camada de abstração, que permite que a empresa desenvolva seu chatbot de forma independente das soluções especialistas que está adotando. Em seu último grau de sofisticação, a flexibilidade permite que a empresa troque de fornecedor a qualquer momento durante o ciclo de vida do chatbot, reduzindo ainda mais o custo de propriedade da plataforma.

A velocidade e a flexibilidade juntas se traduzem então no ambiente ideal para que sejam realizadas experimentações, algo que é a base fundamental para uma mentalidade de inovação e uma metodologia de desenvolvimento ágil em qualquer empresa.

Como falamos no último artigo, o BLiP da Take é uma das plataformas de chatbots com arquitetura horizontal mais utilizada no mundo. Nela, temos diversas soluções especialistas integradas, desde CRM, inteligência artificial e analytics, até pagamentos, automação de marketing e atendimento humano. Por exemplo, através do BLiP é possível utilizar o estado da arte da inteligência artificial, provida por empresas como Google, IBM e Microsoft. Também é possível alternar entre essas soluções sem o menor impacto no projeto como um todo.

Chegou a hora de dar o pontapé na construção do primeiro chatbot da sua empresa? Espero que com essa série de artigos tenha ficado mais fácil tomar as decisões corretas para que seu projeto seja um sucesso. E se precisar de ajuda neste desafio, não deixe de falar com a gente!


Sérgio Passos

CTO da Take

 

Conheça os outros desafios do CIO:

Infraestrutura

Disponibilidade e Estabilidade

Escalabilidade

Governança de tecnologia

Segurança da informação