Chatbots e os desafios do CIO: Escalabilidade

Chegou a hora de retomarmos nossa série Chatbots e os desafios do CIO. Tivemos uma pausa por conta do nosso evento anual, o Bots4U. Se você não participou, vale a pena conferir tudo que rolou!

Apesar de ser extremamente importante, o tema que iremos tratar nesse post normalmente só é discutido nas empresas onde os projetos de chatbots atingem um certo grau de sucesso: a escalabilidade da solução.

Segundo o Gartner, um sistema escalável é aquele que permite aumentar ou reduzir seu desempenho e custo em resposta às mudanças ocorridas na demanda. Para a empresa de consultoria, organizações que estão em crescimento “devem prestar atenção especial à escalabilidade ao avaliar soluções de software e hardware”.

E a escalabilidade é ainda mais importante quando a solução envolve a gestão de chatbots!

Escalabilidade com chatbots: Como o desafio é potencializado

Normalmente os projetos de chatbots começam pequenos, mas é preciso garantir que sua performance permaneça estável, mesmo com o crescimento demanda.

Se a empresa não se preocupar com isso no início do projeto, a escalabilidade passará a ser um problema devido ao número cada vez maior de consumidores interagindo com os chatbots dos departamentos.

Em outro de seus estudos, o Gartner recomenda:

“Invista em um middleware que possua capacidades de analytics, escalabilidade e orquestração, com o objetivo de garantir que você poderá escalar da prova de conceito para produção, mantendo o ritmo de evolução.”

Na Take, temos orgulho de já ter desenvolvido diferentes projetos de chatbots que tiveram um enorme sucesso. Projetos que viraram inclusive casos de referência não apenas no Brasil, mas em todo o mundo.

Como escalar com qualidade? Alguns cases

Nosso primeiro grande chatbot surgiu em um projeto para as Casas Bahia. Nele, o Bahianinho, chatbot criado para fazer o engajamento com os consumidores da marca, conversou com cerca de 50 mil pessoas durante a semana da Black Friday em 2016, trocando mais de 2 milhões de mensagens. Por conta desse alcance, o projeto virou uma referência global de experiência conversacional no Facebook Messenger.

 

Também construímos experiências de sucesso para o Rock in Rio (quase 3 milhões de mensagens trocadas com 77 mil pessoas apenas nos dias do festival), Bacio di Latte (64 mil vouchers e mais de 3 toneladas de gelato distribuídos) e Pontofrio (mais de 200 mil pessoas trocando quase 10 milhões de mensagens), apenas para citar alguns deles.

Entretanto, de nada adianta ter escalabilidade se a solução também não entrega um ambiente com estabilidade e alta disponibilidade. Mas esse será um assunto para outro post! 😉

Então, na hora de escolher a sua plataforma para construção, gestão e evolução de chatbots, não deixe de verificar a capacidade desta solução em acompanhar o crescimento da demanda. Afinal de contas, ninguém quer que seu chatbot seja refém do próprio sucesso!


serginho post escalabilidade com chatbotsSérgio Passos

CTO da Take

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