A questão não é SE, mas QUANDO! Depoimento de uma participante do Bots4U

O Bots4U sem dúvida foi um marco para nós da Take. No entanto, nossa felicidade e satisfação com o evento ficou ainda maior quando vimos o depoimento sobre o Bots4U da Helen Mazarakis, o Grupo Case! Confira agora como foi a experiência dela. Esperamos que o sentimento tenha sido compartilhado por mais pessoas <3

“A questão não é SE, mas QUANDO deixaremos de ser virtuais para sermos digitais! Tive a honra de participar do evento Bots4U, no famoso Cubão do Itaú, ocasião em que pude me aprofundar sobre o novo modelo comunicacional que já se estabeleceu como caminho sem volta.

Antes de contar as minhas impressões, preciso fazer um parêntese totalmente necessário para compartilhar que conhecer a Siri em carne, osso e tênis com paetê foi um dos pontos altos do dia! Sim, senhoras e senhores, a Siri existe! E vê-la causou em todos os presentes uma grande comoção. Era como estar em um show de artista muito famoso, mas que pertence à sua família! Risos… A voz nos acolheu imediatamente e conectou diretamente o mundo esquisito dos robôs ao que há de mais trivial no nosso dia a dia! Nos fez ver que já interagimos com bots no dia a dia, que a inteligência artificial já é uma realidade e que a toda hora somos impactados por mecanismos similares, ainda que não tenhamos plena consciência! Enfim, parêntese fechado e uma certeza: Bingo! Jogada de mestre!

As palestras foram rolando… Google, IBM, Facebook, Microsoft, profissionais brilhantes falaram por todo o dia como o processo conversacional do mundo vem alterando a lógica da interação em todos os níveis, em um diálogo semântico e com capacidade cognitiva por trás de tudo isso. Ou seja, quanto mais se usa, mais bacana fica; quanto mais experimentação, mais feedback e mais aprendizado. É a lógica do ser imperfeito é perfeito! E isso muda tudo… até o que eu entendia por assertividade até então.

Mergulhei na elasticidade dos conceitos e arrisco dizer que precisamos estar prontos agora para o trem-bala que se aproxima. Mas, antes de pirarmos numa crise de ansiedade, própria de um Rivotril, digo que precisamos sempre dar um primeiro passo, nem que seja fazendo a lição de casa… olhando em volta, abstraindo os modelos mentais concretos demais, estabelecidos demais! Quem manda é o seu cliente, ainda que seu negócio seja B2B! Afinal, comunicar -se e relacionar -se é nosso! Tá no sangue, no comportamento default humano. O que varia é a forma de como fazer isso! E se todo o mundo se comunica teclando, falando com a Bia, com a Siri, com a Alexa, é pra lá que o nosso trem deve partir.

O pessoal da Take falou sobre contatos inteligentes e como o negócio deles saiu do download de Ringtone, via SMS, e chegou no BLiP, uma plataforma de gestão completa para bots. Falamos sobre design de conversas, IA e redes neurais… Vimos máquinas aprendendo em contexto, através da “emojicomunicação”, reconhecimento facial, estabelecendo diálogos complexos! E eu descobri que isso tudo está em nós… Já nos compõe e participa de nossas vidas.

A aplicabilidade é infinita e saio de lá com a missão de fazer meu dever de casa, olhando em volta, escutando mais do que falando e potencializando a força daquilo que já é bom! Tudo pode sempre ficar melhor do que é, né? Afinal, já estamos na estação aguardando… e não vai demorar até que embarquemos. E quando isso acontecer, estaremos ainda mais prontos.”

 

*Post originalmente publicado no LinkedIn Pulse.


helen post depoimento sobre o bots4uHelen Mazarakis

Gerente Executiva de Comunicação, Marketing e Projetos do Grupo Case

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