O que aprendi sobre metas pessoais trabalhando em uma empresa que usa OKRs

Todo mundo tem metas pessoais. Comigo não é diferente, e tenho certeza que com você também não. Por isso, escrevi este post para compartilhar como a minha experiência na Take e o aprendizado sobre a metodologia OKR me ajudaram a estabelecer e realizar as minhas metas de vida. Vem comigo!

Quando entrei para o time da Take, em abril de 2017, a empresa já utilizava a metodologia OKR (Objectives and Key Results / Objetivos e Resultados-chave). Em uso desde 2015, a prática já estava bem intrínseca ao time que ali estava. Aquilo era tão natural entre todos…

“Meu KR é focado nessa ação”

“Precisamos rever esse O”

“Nesse Q preciso focar nisso”

Eu não entendia nada daquelas siglas e tive que correr atrás! Logo entendi que os objetivos (os “O”s) do ano e de cada trimestre eram definidos pela empresa como um todo, de acordo com o direcionamento estratégico.

A partir daí, as equipes desenvolviam os Resultados-Chave (os “KR”s) e ações que os levariam a chegar nesse objetivo. Isso tornava tudo mais fácil! Dessa maneira, sabíamos pra onde ir, e não ficava cada time “olhando para o seu próprio umbigo”. Mesmo tendo responsabilidades totalmente diferentes, todas elas convergiam para um só propósito. Aquilo fez muito sentido pra mim e tornou minha entrada mais fácil no “olho do furacão” que vivemos constantemente!

Do trabalho para a vida: Hora de planejar minhas metas pessoais

Foi assim que, em janeiro, depois de alguns meses de experiência com a metodologia e vivendo aquele momento gostoso de esperança no início do ano, quando queremos planejar os próximos meses para aproveitar o melhor de cada um, resolvi criar os meus OKRs pessoais.

Utilizando a plataforma Trello, que é gratuita, dividi minha vida em áreas e criei ali alguns objetivos e atividades para atingi-los. Saúde, profissional, financeiro, cultura. Todos os campos entraram na roda.

(Seu computador não está com erro pra carregar a imagem, eu editei pra manter minhas metas em segredo 🙂 )

À medida que o tempo vai passando e vou concluindo alguns dos objetivos, tenho sempre aquela sensação prazerosa ao marcar o checklist: eu consegui! Eu me esforcei por isso e recebi a recompensa. Mesmo que as conquistas sejam pequenas, como ler um livro por mês, fazer um exame ou visitar um lugar específico, aquilo me motiva a concluir as atividades a que eu mesma me propus.

A metodologia ensina que devemos ser ambiciosos no momento da criação dos objetivos. Se você consegue concluir todas as metas com facilidade, quer dizer que você não se desafiou o suficiente na hora de projetá-los. Assim, aquelas metas que ficaram totalmente de lado acabaram me mostrando algo além do que a “falha” de não ter conseguido: elas não eram tão prioritárias em minha vida. Por isso, se aconselha o acompanhamento periódico e atualização dos objetivos.

Ter um rumo para onde ir e uma tarefa (com prazo!) para entregar nos torna mais motivados e engajados!

No livro Criatividade S/A, de Ed Catmull, Presidente da Pixar e Disney, ele conta como ficou desnorteado ao — depois de perseguir o objetivo de produzir um filme de animação computadorizada por 20 anos — entregar Toy Story ao mercado e ver o seu sucesso! O que ele faria a partir dali? Aqui está a importância de sempre se desafiar e criar novas metas pessoais e objetivos.

É fácil? Não, não é. Mas é justamente o impulso para a saída da zona de conforto que eu precisava. Pra mim funcionou, e já estou começando a pensar nos objetivos do ano que vem, com base nas coisas que se mostraram importantes para mim neste ano. Vamos juntos?


post nath - estratégia da empresa com chatbots bots4uNathalia Oliveira

Analista de Marketing

 

 

 

 

 

 

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